joou sama (parasoru) wrote,
joou sama
parasoru

  • Music:

8059

Então né cabaços :D
escrevi uma fic 8059 e é isso aí e.. sei lá. E desculpem o LEMON GIGANTE E SUBJETIVO mas eu não tava fazendo nada e foi legal escrever desse jeito :D ABSTRAIAM os erros (e me falem quais são pra eu ir corrigindo) e a falta de habilidade para escrita em primeira pessoa e tal.



8059


Deveria ser meu quinto cigarro em menos de uma hora. Onde estava aquele idiota do baseball? E em primeiro lugar, quem era ele pra me fazer esperar tanto assim? Aposto que vai chegar aqui com aquele sorriso de idiota, naquela cara idiota, pedindo desculpas como um idiota.

Mas também, culpa minha aceitar sair com ele. “Vai ser divertido” ele disse... Hnf. Nossa! Divertido? Vou mostrar pra ele toda a diversão pela qual eu estou passando apagando esse cigarro bem no meio dos olhos dele. Cigarro que eu mal notei quase queimar meus dedos, em fim jogando-o fora. Suspirei pela ultima vez a fumaça do cigarro até sentir um leve toque em meu ombro. Era bom ser o idiota do Takeshi ou eu—

-Desculpe o atraso! Eu estava ajudando meu pai depois do treino e...

Sim, era o idiota do Takeshi. Nem me importei em prestar atenção nas desculpas de sempre e bufei, cruzando os braços. Esse cara não tinha jeito mesmo. Quando notei que ele ainda estava falando sem parar, revirei os olhos.

-De qualquer forma, porque você queria me encontrar aqui, seu idiota?! Não tem nada melhor pra fazer do que atrapalhar a vida das pessoas?

-Oh... –reparei que sempre que eu o chamava de idiota ele sorria, coçando a nuca. Quem sabe pedindo desculpas por sua idiotice? –É que eu imaginei que num dia como hoje você gostaria de fazer alguma coisa!

-Num “dia como hoje”? Como assim?

-Ah! –ele riu outra vez, me empurrando pelos ombros. Imediatamente fechei a cara. –Num dia... ahn, ensolarado como hoje!

Ao som da risada dele, nem me importei mais em ser empurrado pelas lojas. As mãos do Takeshi são tão judiadas. Quando não pelo excessivo treinamento de baseball, treinando com a espada, ou ajudando seu pai na loja. Mesmo através do tecido de minha blusa eu conseguia captar como a palma de sua mão e os dedos eram ásperos. Outra vez enquanto ele conversava sozinho sobre sabe-se lá o que, olhei minhas próprias mãos. Elas também eram machucadas, também carregam cicatrizes. Levei uma delas para perto do rosto... Ugh, e têm cheiro de pólvora.

-O que você está fazendo, Gokudera? –quando o olhei assustado, escondendo as mãos nos bolsos, ele ria. Droga, desde quando ele estava me observando? Me percebeu corar? Idiota.

-Nada que te interesse! O que estamos fazendo parados no meio da rua, de qualquer forma?! Se quer ver algo na loja, entre! –eu mesmo segui essa sugestão, disparando loja adentro. Meu rosto ardia, diabos!

O idiota pareceu mesmo interessado nos produtos da loja, até comprou algumas coisas. Eu, ainda super entediado e sem entender o motivo de todo esse passeio resolvi caminhar entre as prateleiras. Jogos, jogos, roupas, jogos, livros, coisas e mais coisas. Quem compra esse bando de coisas inúteis mesmo? Ri, lembrando que o idiota estava na fila do caixa. Falando nisso, preciso lembrar como se volta pra lá. Onde nós estávamos? Ou melhor, onde eu estava? Desde quando esse lugar era tão grande? Roí nervosamente a unha do polegar, continuando a caminhar. O maldito que teve a idéia de entrar nessa merda de lugar, eu explodo a cara!

Ah, não, espera, fui eu que—

-Tá perdido?

-PORRA! –Meu coração disparou na hora! Acabei batendo as costas contra uma das prateleiras ao me virar no susto. Quem é o idiota que chega por trás de uma pessoa sussurrando tão perto? Respirei fundo. O Takeshi era esse tipo de idiota. –Seu...!

-Sabe, Gokudera, você não deveria se afastar tanto, ne? Hoje você parece estar com a cabeça nas nuvens! -o sorriso dele. Sempre esse sorriso tão... Despreocupado. Como esse cabeça de vento consegue ser assim? Um palavrão ficou entalado em minha garganta, e apesar das pernas bambas, consegui me recompor. Ele me olhando atentamente era... Muito incômodo. Pra quê me encarar dessa maneira, seu idiota? Não percebe o que seu olhar me faz...

-Cala a boca e vamos sair logo dessa loja ou eu explodo tudo aqui! –tomei a frente na caminhada outra vez, jurando morte a qualquer um, mas ele me puxou outra vez, encostando o rosto no meu.

-A saída é por ali, Gokudera. –Idiota.





-O que você comprou, afinal?

Finalmente descanso. Não sei como as meninas agüentam, mas andar por lojas sem motivo aparente o dia todo com certeza cansa. Provei do suco uma outra vez quando ele apontou para as próprias sacolas, distraído.

-Isso? Ah, nada demais. Só... umas coisas que to precisando.

-Tipo um cérebro? –ouvi sua risada.

-Gokudera, você é tão engraçado!

-É... –fechei a cara outra vez, observando o movimento da rua. –Cômico. –Quando o suco se acabou, ainda conseguia ouvir os risos baixinhos do idiota. Como eu detesto esse idiota! E detesto a mim mesmo por me sentir tão bem perto dele. Senti algo ser puxado de minhas mãos... Era meu copo de suco. Olhei arqueando uma sobrancelha só pra assistir Takeshi tentando sugar os restinhos mortais do liquido pelo mesmo canudo que eu usei. Beijo indireto? Logo ele me olhou.

-Tem um gosto bom.

Implodi. Tenho certeza que minhas bochechas estavam fervendo por isso escondi metade do rosto com uma mão, voltando a observar a rua. Como ele pode fazer uma coisa dessas? Cabeça-de-vento-idiota-por-baseball! Quanto tempo mais eu teria que passar por isso? E alias. Espera. Eu não tenho que passar por isso.

-A enrolação foi boa, mas eu tenho mais o que fazer... –e levantei-me, deixando uma nota em cima da mesa que pagaria pelo suco, sacando um cigarro de um dos bolsos. Infelizmente nunca chegaria a prová-lo porque minha mão havia sido firmemente segura.

-Mas o que---!

-Gokudera, porque você não vai lá pra casa...? –o sorriso passivo de sempre não combinava em nada com a força que ele usava pra me prender. Do que esse idiota estava falando?! –É tão perto daqui! Além do mais já vai escurecer. Por que você não passa a noite lá?

-O qu—

-Você deve estar cansado! Hoje nós andamos tanto, não é? Andamos o dia todo! Vamos, você sabe que pode dormir lá em casa, ne? Quando quiser...





Dormir. Dormir na casa dele. Dormir com ele.
Como eu fui me meter nessa situação? Aceitei sem nem sentir! Que diabos. Mas a verdade é que eu não estava com a mínima vontade de voltar pra casa mesmo. Apesar de termos realmente passado o dia todo andando a fio pra esse idiota comprar algumas coisinhas, foi um dia que eu passei perto dele. Até rindo algumas vezes, porque na maioria do tempo ele só me faz morrer de raiva.

-Sabe, você não precisa ficar me arrastando pela mão o caminho todo... –não é como se eu fosse fugir, afinal já estávamos na rua da casa dele. Ele riu, finalmente então soltando minha mão. Meu braço caiu tão pesado que eu quase me arrependi de ter aberto a boca.

-Carrega algumas então? –ele me estendeu três sacolas que eu aceitei. –Mas não olha o que tem dentro!

-Como se eu tivesse o mínimo de curiosidade pelas porcarias que você compra! –bufei, girando os olhos. Não paramos em frente a porta de sua casa, mas sim do outro lado, em frente ao restaurante. Mal tive tempo para raciocinar e ele abriu as portas de uma vez.

O que quer que fosse o conteúdo das sacolas melhor não ser frágil porque no mesmo instante as alças escaparam de meus dedos. Tudo o que eu conseguia ver eram balões coloridos voando e fitas sendo atiradas pelo ar, com várias risadas. Risos de todos. Era uma festa? O que estava acontecendo...

-O Tsuna quem planejou tudo! –a voz de Takeshi me fez despertar. Ele ria bastante, e apontava para a grande mesa enfeitada. Lá estava Jyuu-daime.

-Feliz aniversário Gokudera kun!

Que...? Aniversário...?

Jyuu-daime foi o primeiro de muitos a me receber com abraços, até eu ser arrastado pra dentro em meio ao festejar. Como eu poderia ser babaca o suficiente para esquecer do meu próprio aniversário?

-...Hayato. –Gelei. Muito, mas muito hesitante, virei o olhar, automaticamente me arrependendo.

-...I-irmã... –Sorte maldita ela estar usando óculos ao sorrir. Isso aliviou meu estômago e meus calafrios até surgir um bolo cheio de vermes a minha frente.

-Parabéns, fiz esse bolo especialmente para você. Agora coma.

Por sorte não tive que comer nenhuma calamidade da culinária envenenada que minha irmã preparou, apenas me deliciando com os doces que Kyoko e Haru trouxeram. Realmente, eu estava emocionado, todos me trouxeram presentes. As meninas me costuraram bonequinhos... Coisa que eu não sei pra que vou usar; a vaca estúpida me deu apenas uma embalagem vazia e saiu berrando que havia comido meu presente; I-pin me presenteou com um desenho muito... criativo, eu diria; Sasagawa san disse que me daria passe livre para treinar boxe no ginásio “AO EXTREEEEMOOO” e eu apenas ri; aquele maluco do conselho estudantil não estava presente mas me deixou um livro de normas da escola.

-Hn, Gokudera kun, eu não sabia o que comprar... então... –Jyuu-daime? Ele estava me oferecendo um presente? Oh, que dia emocionante!

-Jyuu-daime... –com o pequeno embrulho entre as mãos, eu me senti mil vezes mais feliz. –É uma honra para mim receber um presente seu, Jyuu-daime! Sendo o seu braço direito, eu prometo ficar cada vez mais forte para demonstrar toda a gratidão que eu sinto por você!

-Er... Gokudera kun, só abre o presente, tá bom?

Sorri. Era um anel de caveira. Me senti realmente feliz em saber que Jyuu-daime percebia meus gostos e se preocupou em encontrar algo que me agradasse, assim como todos os outros. Passei o resto da tarde com esse sorriso no rosto, observando a festa correr solta com os moleques fazendo a bagunça de sempre e todos se divertido. Pela primeira vez posso afirmar que tive um aniversário alegre.

Só que daí chegou a tal hora em que todos foram embora. E nessa hora eu comecei a me preocupar. Sei lá, a idéia de dormir junto com o idiota do baseball me deixava extremamente, extremamente nervoso. Claro, demoramos mais algum tempo ajudando na limpeza, porque afinal o restaurante estava um bagaço e não poderia estar assim para os clientes amanhã. Segundo o Yamamoto san, ter a honra de limpar o restaurante da família foi meu presente. O que mais eu poderia esperar do pai do idiota do baseball?

Enquanto pai e filho conversavam no andar de baixo eu pude livremente tomar um banho e relaxar a tensão do dia. Minhas pernas doíam. No quarto dele encontrei algumas roupas dispostas na cama e imaginei que, pelo jeito que eram folgadas, o idiota do baseball deveria estar me emprestando para dormir. Em fim, até parece que eu iria me importar com o fato de ele ter tomado conta desse detalha enquanto eu estava no banheiro? Nem ligo, nem ligo. Vesti as roupas exageradamente folgadas e demorei algum tempo olhando para os lados para saber se o local estava seguro. Então segurando a gola da blusa com as duas mãos, inalei a essência do tecido. Era o cheiro dele, e esse cheiro me causou severos arrepios. Não deveria ter causado, na verdade. Não deveria.

O som vago de água vindo do banheiro, através da porta do quarto que estava fechada me fez perceber que Takeshi estava tomando banho agora. E o cheiro ainda estava lá. E eu estava sozinho e a ultima coisa de que me lembro é sentar-me no chão e estar me tocando perigosamente.

Ele tinha um cheiro forte e marcante, nem precisei de muito esforço para estar delirando em poucos segundos, praticamente sem as roupas que tinha acabado de vestir. Era como se as mãos dele, aquelas mãos rústicas estivessem dominando meu corpo, ásperas, queimando minha pele com o mínimo contato e eu gemia sem vergonha. Gemia quase sem controle. Nem importava mais meu orgulho ou minhas reclamações, minha dificuldade em aceitar as coisas, nada mais importava. Apenas os tremores e o calor, a falta de ar, a angustia próxima ao orgasmo e finalmente o alivio que me atingiu com tamanha força, assim como a realidade.

O que eu estava fazendo?

Um som fez meu coração parar na garganta. Lá, na porta. Na porta do quarto. O idiota... estava...

-Gokude—

-Cala a boca! –escondi meu rosto, nervosamente ajeitando as roupas no lugar. Porra, puta que pariu, puta que me pariu. O que... eu não. Não sei o que eu fiz. Como isso poderia ter acontecido? Justo agora. Justo agora. Eu que sou o idiota, nunca mais teria coragem de levantar meu olhar. Queria me atirar da janela. –Eu não quero ouvir! Esquece o que você viu! Esquece!

Acontece que eu não pude me jogar pela janela. Na verdade, mal pude me mover porque no instante em que tentei me levantar fui bloqueado pelo corpo ainda úmido do idiota que eu tanto queria evitar nesse momento. Não pude olhá-lo, apenas sentir as mãos que eu tanto desejava segurarem meus ombros. Mesmo depois da vergonha que eu passei, o cheiro dele, ainda tão próximo me paralisava. Eu estava estático e me odiando por me sentir também incrivelmente excitado.

-O que você estava fazendo...

-Já disse pra calar a boca. –fechei os olhos com força, sentindo minha vergonha, humilhação e frustração apenas aumentarem. Eu não quero ouvir, não quero ouvir nada. Quero apenas desaparecer. Nunca mais ser visto por ninguém e em especial por ele... Mas ou eu já não estava mais raciocinando direito ou as mãos em meus ombros apertaram-se com mais força; e isso me fez perceber como a respiração de Takeshi estava acelerada, pois o peito subia e descia rapidamente e os dedos pareciam querer imprimir as próprias digitais em minha pele que se arrepiou instantaneamente quando o hálito quente dele chocou-se contra minha orelha, prejudicando a função que as pernas teriam de sustentar o peso do meu corpo.

-Gokudera... me deixa te tocar. –os tremores na voz dele também me fizeram tremer. Não pude negar, não pude pronunciar sequer uma única sílaba ou esboçar qualquer protesto quando uma das mãos dele largou meu ombro para deslizar por minhas calças, refazendo o caminho que minha própria mão havia feito instantes atrás e igualmente eu gemi seco, amolecendo. Só que agora era real, eu sentia que era real porque por trás daquele sorriso idiota ele estava me mostrando com tanta clareza o quando de idiota só tinha a cara, e de experiência tinha os dedos.

Tive que me agarrar ao corpo dele quando as pernas falharam de vez, mortas, e ele me guiou até a cama. Nesse momento eu estava, pela segunda vez, praticamente nu e ele não teve tanto trabalho assim removendo apenas a toalha que estivera presa em sua cintura. Eu não sabia como deveria me sentir nesse instante e nada passava pela minha cabeça, mas onde quer que os lábios dele acariciassem, ou a língua provasse, ardia e queimava. Percebi que me sentia febrilmente entregue, exposto, a mercê dos toques que me provocavam de uma maneira tão deliciosa.

-Posso te beijar...? –outra vez, pela voz rouca e falha dele, notei que nossa excitação era equivalente. Quando concordei os lábios dele atacaram os meus nervosamente, ansioso e desejosos e quase nos sufocamos em nosso primeiro beijo e a língua dele em minha boca pareceu a coisa mais certa do mundo. As mãos dele tocaram meu rosto novamente com aquela força dominante que me botava em silencio, em ordem, restando apenas implorar para que ele continuasse. Por que a essa altura do campeonato eu com certeza precisaria de mais. Muito mais.

Mas eu também queria tocá-lo. Queria decifrar o corpo dele com o tato e o paladar, e com minha força também mostrei para ele que só seria dominado tão facilmente assim se eu mesmo permitisse. E lá estava ele rindo. Tive vontade de arrancar sua boca com os dentes e quase o fiz, sugando seus lábios sorridentes apenas para mim, mas logo meu fôlego faltou e a respiração escassa misturou-se mais uma vez com meus gemidos. Uma das mãos dele descia por minhas costas e um espasmo violento me perder as forças e apoiei a testa no colchão, logo ao lado do rosto dele, quando os dedos dele me alcançaram num ponto bastante sensível e eu praticamente gritei. Pude ver através da visão prejudicada pelo êxtase que ele estava com um sorriso que dessa vez me fez arrepiar por completo. O sorriso que dessa vez me fez querê-lo mais ainda. E imediatamente.

-Seu idiota... –murmurei, mal ouvindo minha própria voz embalada pelos gemidos baixos e intensos. –Não me torture pra sempre, Yamamoto.

-Você não estava fazendo aquilo pensando em mim..? –ao ouvir isso me lembrei que sim, era verdade. Mas os dedos dele me penetrando cortavam meu raciocínio de uma maneira tão violenta que eu nem sabia mais se estava respondendo a sua pergunta ou se ao menos conseguia me lembrar em qual língua estava falando. –Então apenas fique quieto e aproveite.

-Não vou agüentar muito... –eu falei com a maior sinceridade possível, porque meu corpo parecia que iria explodir. Se ele continuasse com essa brincadeira eu não suportaria, não conseguiria me segurar. E então aqueles olhos castanhos me encararam e eu congelei, apenas quebrando o contato quando a mão forte dele apertou minha coxa despreocupadamente e o polegar acariciava minha virilha. Eu me sentia tão excitado que chegava a doer. –faça isso logo de uma vez, seu idiota... –ofeguei, afundando o rosto nos lençóis. –faça de uma vez...

-Mas eu quero que você olhe pra mim. –eu estava realmente prestes a negar, mas os dedos dele, os que estavam dentro de mim, me forçaram a obedecer com um gemido desesperado. Corado, suado, trêmulo e desnorteado eu me apoiei nos cotovelos, deixando o rosto logo acima do idiota que teimava em não querer me foder de uma vez e isso estava me matando. Mas ele pareceu satisfeito e retirou aqueles dedos que teimavam em me provocar e se ele achava que era o único que poderia fazer esse joguinho estava enganado. Quando ele me deu a mínima liberdade, resolvi me vingar, curvando o corpo lentamente e apenas encostando-se à ponta de seu membro e isso o fez trincar os dentes e fechar os olhos com força, deixando o ar escapar pelo nariz. O mamilo que também estava ao alcance eu lambi enquanto, o mais lento que eu mesmo poderia suportar, me permitia à penetração.

Não vou negar que doeu, mas a dor me fez gemer com mais vontade, prendendo o mesmo mamilo entre os dentes enquanto os sons agravantes de prazer escapavam de minha boca e ele também parecia agora compartilhar dos mesmos efeitos que as torturas dele causaram em mim. Agora ele parecia entender como era querer mais e mais, levando as mãos para o meu quadril e guiando meu corpo. Eu podia senti-lo por completo e minhas unhas deslizaram por seu peito, marcando-o sem pudor. Como eu queria aquilo. E não era o único, pois logo ele controlava meu corpo sem dificuldade alguma, me invadindo da maneira que me faria gemer quase sem voz, quase sem consciência e eu adorava a sensação de ser violado. Queria ser partido em dois. Queria sofrer e morrer daquele prazer e daquela dor. E tão logo nossos corpos se arremessavam um contra o outro, nossos gemidos e o suor se misturavam, as mãos se atrapalhavam tocando e explorando até que nos perdemos no gozo violento e carnívoro.

Nem faço idéia de quantos minutos levei até me recuperar, encontrando-me deitado no peito dele. Tão próximo assim eu sentia vergonha do meu físico comum diante de um corpo tão delineado e bem cuidado quanto o dele, mas adorava a sensação.

-Você fez aniversário, Gokudera, mas quem ganhou o presente fui eu! –não acredito que ele disse uma coisa tão retardada e eu não acredito que corei. Lá estava ele rindo novamente e eu tive vontade de esfregar aquele sorriso no asfalto... não, beija-lo parece uma idéia melhor.

---------

Primeira tentativa ever e acho que quero repetir a dose D:
comentem pela mãe do guarda? ;_;

Tags: 8059, conto, fic, post, reborn!
Subscribe

  • REVOLTAREVOLTAREVOLTA.

    E tô mais revoltada ainda porque a culpa é minha /esba. O David da locadora disse que queria me contratar umas (muitas) semanas atrás, e falou "volta…

  • Novidades, novidades!

    A peruca chegou! A mãe da Keky mandou a peruca ontem e ela realmente chegou hoje, e é linda :D só espero que fique realmente bem em mim na hora…

  • cosplay :3

    ● Okay 8D agora meu computador tah funfando novamente *__* viva :B Tá, hoje vai ser feira do livro, e sessoes de foto backstage com a kuroi *lovu*…

  • Post a new comment

    Error

    default userpic
    When you submit the form an invisible reCAPTCHA check will be performed.
    You must follow the Privacy Policy and Google Terms of use.
  • 8 comments